segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Prestação de Contas

A Necessidade da Prestação de Contas

Bem diferente de outras épocas, as gestões públicas de nosso tempo sentem-se na obrigação de promover mensalmente a Prestação de Contas, para dar transparência aos seus atos administrativos.

Essa é uma prática obrigatória imposta pela legislação pertinente aos órgãos públicos de todos os níveis, o que normalmente ocorre por meio de audiências públicas, e que vem se tornando rotina em associações e entidades filantrópicas, e também algumas igrejas têm adotado essa prática saudável, fazendo publicar seus balancetes.


A receita e a despesa, sejam públicas ou de entidades, devem ser mostradas com clareza, como forma de incentivar os seus contribuintes. Não é tão difícil prestar contas, embora muitos gestores preferem se omitir desse dever, evitando questionamentos com a apresentação de números da contabilidade.


Existem, de igual maneira, entidades filantrópicas conhecidas, que não têm o hábito da Prestação de Contas, nem mesmo para os seus associados, membros ou mantenedores. A contabilidade de tais entidades ninguém vê, gerando dúvidas na aplicação do dinheiro arrecadado.


Nem é necessário declinar nomes de entidades, mas os comentários "velados" estão em toda parte, porque a comunidade é ativa participante de suas atividades.

Com raras exceções, os veículos de comunicação publicam os balancetes mensais. Para não constranger os omissos, não são listados aqui os nomes de entidades que costumam divulgar as suas realizações e prestar contas de seus balancetes.


Conhecemos igrejas, que tinham o costume de dar ciência de seus números aos fiéis, mas essa prática deixou de existir, por negligência, ou quem sabe, para esconder a verdade dos números. Uma dessas comunidades religiosas anunciou, há algum tempo, que voltaria a publicar em edital o balancete mensal, mas até o momento ninguém viu nada. Quando os membros deixam de contribuir, com certeza surge o queixume pela falta de recursos financeiros, para saldar os compromissos e alavancar importantes projetos.


Na verdade, o que está faltando é a disposição de diretores, presidentes e outros gestores em cumprir a sua obrigação legal, ou no mínimo moral, mostrando transparência em suas ações.


Seja como for, é hora de se buscar conscientemente novas fórmulas nas gestões, e no contexto da democracia, prestar contas aos contribuintes, pois eles são a razão de tudo, e assim, merece respeito e consideração por parte de seus líderes, que regra geral, gostam de levar uma boa vida.


É válido, neste caso, todo tipo de questionamento, pois estamos vivendo uma era de grandes transformações, onde as pessoas estão mais esclarecidas e o nível de ignorância tem baixado significativamente.

É bom lembrarmos que estamos no Terceiro Milênio!...

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