Luz do Leste é uma Revista com impressão própria, editada em 5 (cinco) colunas, com 150cm/coluna cada página (22cm/largx30cm/alt). Tiragem de 10.500 exemplares, com distribuição em cidades de MS, do Paraná, e do Paraguai e no Distrito Federal. Tem circulação bimestral e fechamento das edições na primeira quinzena que antecede o fechamento.
ITEM SERVIÇOS CM/OLUNA PREÇOS
I
Anúncios Indeterminado R$ 365,00
Determinado R$ 495,00
Veiculação
de Anúncios
.................................................................................................................................................................
II
Assinatura Anual R$ 120,00
Semestral R$ 60,00
Preço do Exemplar R$ 9,50
Observações:
1 - Serão concedidos descontos para os valores do ítem I, conforme o volume de inserções negociadas na edição ou no período.
2 - Não haverá desconto no ítem II, sendo o pagamento antecipado, o que não ocorre nos negócios relativos a anúncios publicitários e outras matérias do poder público, ou de interesse empresarial. Nesse caso, o pagamento se efetivará, após as respectivas publicações, com a tolerância de até o dia 10 (dez) do mês subsequente.
3 - A Revista será editada totalmente em cores.
A presente Tabela de Preços tem validade até 30 de junho de 2010.
A Direção
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Tabela de Preços - Tribuna do Povo
Tabela de Preços
Tribuna do Povo é um Semanário com impressão própria, editado em 6 (seis) colunas, no formato berliner, com 240 cm/coluna cada página (26cm/largx40cm/alt - colunas de 4.03 de largura). Tiragem de 8.500 exemplares, com distribuição nas cidades do Cone Sul de MS, Guaíra, no Paraná, e cidades do Paraguai. Fechamento das edições às quintas-feiras e circulação às sextas-feiras. É filiado à ABRARJ.
ITEM SERVIÇOS CM/OLUNA PREÇOS
I Veiculação de Anúncios Indeterminado R$ 35,60
Veiculação Determinado R$ 45,80
de Matérias Classificados R$ 15,00
....................................................................................................................................................................
II
Editais, Editais, Leilões, Cada Lauda R$ 225,00
Atas, etc Balanços e outros Cada Linha R$ 10,00
Cidade-Sede - lauda R$ 80,00
....................................................................................................................................................................
Assinatura, Local - 3 meses .......................... R$ 15,00
Período Outras - 3 meses ......................... R$ 20,00
Local - 6 meses ........................ R$ 30,00
Outras - 6 meses ......................... R$ 40,00
Local - 1 ano ......................... R$ 60,00
Outras - 1 ano ........................... R$ 80,00
....................................................................................................................................................................
Observações:
1 - Serão concedidos descontos para os valores do ítem I, conforme o volume de inserções negociadas no mês ou período.
2 - Não haverá desconto nos ítens II e III, sendo o pagamento antecipado, o que não ocorre nos negócios relativos a anúncios publicitários e outras matérias do poder público, ou de interesse empresarial. Nesse caso, o pagamento se efetivará, após as respectivas publicações, com a tolerância de até o dia 10 (dez) do mês subsequente.
3 - Os preços acima, quando em cores, com exceção da capa, sofrerão acréscimos de até 50% (cinquenta por cento).
A presente Tabela de Preços tem validade até 30 de junho de 2010.
A Direção
Tribuna do Povo é um Semanário com impressão própria, editado em 6 (seis) colunas, no formato berliner, com 240 cm/coluna cada página (26cm/largx40cm/alt - colunas de 4.03 de largura). Tiragem de 8.500 exemplares, com distribuição nas cidades do Cone Sul de MS, Guaíra, no Paraná, e cidades do Paraguai. Fechamento das edições às quintas-feiras e circulação às sextas-feiras. É filiado à ABRARJ.
ITEM SERVIÇOS CM/OLUNA PREÇOS
I Veiculação de Anúncios Indeterminado R$ 35,60
Veiculação Determinado R$ 45,80
de Matérias Classificados R$ 15,00
....................................................................................................................................................................
II
Editais, Editais, Leilões, Cada Lauda R$ 225,00
Atas, etc Balanços e outros Cada Linha R$ 10,00
Cidade-Sede - lauda R$ 80,00
....................................................................................................................................................................
Assinatura, Local - 3 meses .......................... R$ 15,00
Período Outras - 3 meses ......................... R$ 20,00
Local - 6 meses ........................ R$ 30,00
Outras - 6 meses ......................... R$ 40,00
Local - 1 ano ......................... R$ 60,00
Outras - 1 ano ........................... R$ 80,00
....................................................................................................................................................................
Observações:
1 - Serão concedidos descontos para os valores do ítem I, conforme o volume de inserções negociadas no mês ou período.
2 - Não haverá desconto nos ítens II e III, sendo o pagamento antecipado, o que não ocorre nos negócios relativos a anúncios publicitários e outras matérias do poder público, ou de interesse empresarial. Nesse caso, o pagamento se efetivará, após as respectivas publicações, com a tolerância de até o dia 10 (dez) do mês subsequente.
3 - Os preços acima, quando em cores, com exceção da capa, sofrerão acréscimos de até 50% (cinquenta por cento).
A presente Tabela de Preços tem validade até 30 de junho de 2010.
A Direção
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Puccinelli versus Zeca do PT
Puccinelli versus Zeca do PT
A Sucessão em MS, na Visão
do Colunista Manoel Afonso
A Sucessão estadual deve esquentar mais neste início de 2010, dos bastidores para o palco. Se antes, André duvidava da musculatura petista, sinalizando composição inclusive, terá que agilizar algumas ações importantíssimas.
A primeira delas será definir personagens e funções em sua chapa. Simone de vice? Nelsinho ao Senado? O que fazer com Valter e Moka no frigir dos ovos? E os velhos aliados, como ficarão nesta composição? Pelas suas normas, o PMDB prevê que apenas poderão ser candidatos aqueles filiados que participarem das chamadas prévias. Neste caso Valter e Moka são privilegiados e poderão avocar esse direito.
Caso ocorra um conflito dentro do PMDB, como será contornado? Valter vai “entregar” de graça? Seu discurso é histórico, seu currículo não deixa dúvida de sua lealdade à sigla na época das vacas magras. A intimidade de Moka com as lideranças do diretório não refletem nas pesquisas, onde sofre rejeição. Razoável no interior, mas ruim na capital – onde se ganha eleição. Sempre foi apenas candidato de esquema. É previsível que Dagoberto possa ser ajudado por Delcídio na TV. Aliás, isso virou assunto obrigatório, quando se discute as eleições de 2010. Se o PMDB não tiver gente de brilho, pode dar um baita vexame. Zeca está adorando essa indecisão do PMDB. André acabou dando-lhe o discurso que não tinha até pouco tempo. O governador acabou por promover seu antecessor, que já era tido como coisa do passado, sem volta. A tática de Zeca é procurar agregar descontentes com a administração atual, não importa se os motivos são justos ou amorais. Quer engrossar suas fileiras, fazer barulho e cutucar o italiano. Quanto mais, melhor!No saguão da Assembleia é comum a presença de Zeca falando com ex-deputados, ex-prefeitos, ex-vereadores e ex-dirigentes partidários não contemplados pelo Governo do PMDB. Para todos, sinaliza alguma esperança de bônus. Zeca critica o estilo centralizador de André, que teria se distanciado do povo. Compara programas sociais, obras e o relacionamento com a sociedade e lideres políticos, principalmente do interior. Embora sua Casa Civil tenha sido problemática, onde o pragmatismo perdeu para a teoria petista, Zeca alega que é difícil o acesso ao núcleo do governo graças ao estilo fechado de Osmar Gerônimo. André não dá ouvido para assessores e poucos teriam a coragem de contrariá-lo, mostrar outros aspectos que ele ignora ou finge não ver. Quando se centraliza uma administração, acaba caindo no isolamento. Basta lembrar os tempos de Pedrossian. Não saiu às ruas, não deu espaço para observações de lideranças, gente comum, da fila de bancos. Ficou do alto, intocável, imaginando que nada mudara. Quando acordou, já era tarde demais. Enquanto Zeca forma o exercito com descontentes, André terá que juntar aqueles contentes e beneficiados de alguma forma com sua administração. E a gente sabe que o poder, tanto eleva o prestígio como desgasta. Acusado de irregularidades pelo MPE, Zeca vai se beneficiando das decisões da Justiça. Vai inclusive pedir indenização contra as pessoas físicas de alguns promotores de justiça, que exageram na dose. O que fazer com o vice Murilo? A candidatura de Serra ajuda André ou atrapalha? Como o PSDB participará da coligação? Uma eventual saída de Nelsinho da prefeitura repercutirá bem ou negativamente? As férias devem fazer bem ao governador. Ele está precisando. É possível que entre os afagos dos netos, faça reflexões sobre o quadro sucessório. Se conseguir entregar de volta o Governo ao PT, jamais será perdoado! Governador não há que ser temido. Deve ser estimado e respeitado pela sua postura pessoal e conduta na vida pública. A decepção é proporcional a expectativa. Pelo que fez na capital, André sabe disso.
A Sucessão em MS, na Visão
do Colunista Manoel Afonso
A Sucessão estadual deve esquentar mais neste início de 2010, dos bastidores para o palco. Se antes, André duvidava da musculatura petista, sinalizando composição inclusive, terá que agilizar algumas ações importantíssimas.
A primeira delas será definir personagens e funções em sua chapa. Simone de vice? Nelsinho ao Senado? O que fazer com Valter e Moka no frigir dos ovos? E os velhos aliados, como ficarão nesta composição? Pelas suas normas, o PMDB prevê que apenas poderão ser candidatos aqueles filiados que participarem das chamadas prévias. Neste caso Valter e Moka são privilegiados e poderão avocar esse direito.
Caso ocorra um conflito dentro do PMDB, como será contornado? Valter vai “entregar” de graça? Seu discurso é histórico, seu currículo não deixa dúvida de sua lealdade à sigla na época das vacas magras. A intimidade de Moka com as lideranças do diretório não refletem nas pesquisas, onde sofre rejeição. Razoável no interior, mas ruim na capital – onde se ganha eleição. Sempre foi apenas candidato de esquema. É previsível que Dagoberto possa ser ajudado por Delcídio na TV. Aliás, isso virou assunto obrigatório, quando se discute as eleições de 2010. Se o PMDB não tiver gente de brilho, pode dar um baita vexame. Zeca está adorando essa indecisão do PMDB. André acabou dando-lhe o discurso que não tinha até pouco tempo. O governador acabou por promover seu antecessor, que já era tido como coisa do passado, sem volta. A tática de Zeca é procurar agregar descontentes com a administração atual, não importa se os motivos são justos ou amorais. Quer engrossar suas fileiras, fazer barulho e cutucar o italiano. Quanto mais, melhor!No saguão da Assembleia é comum a presença de Zeca falando com ex-deputados, ex-prefeitos, ex-vereadores e ex-dirigentes partidários não contemplados pelo Governo do PMDB. Para todos, sinaliza alguma esperança de bônus. Zeca critica o estilo centralizador de André, que teria se distanciado do povo. Compara programas sociais, obras e o relacionamento com a sociedade e lideres políticos, principalmente do interior. Embora sua Casa Civil tenha sido problemática, onde o pragmatismo perdeu para a teoria petista, Zeca alega que é difícil o acesso ao núcleo do governo graças ao estilo fechado de Osmar Gerônimo. André não dá ouvido para assessores e poucos teriam a coragem de contrariá-lo, mostrar outros aspectos que ele ignora ou finge não ver. Quando se centraliza uma administração, acaba caindo no isolamento. Basta lembrar os tempos de Pedrossian. Não saiu às ruas, não deu espaço para observações de lideranças, gente comum, da fila de bancos. Ficou do alto, intocável, imaginando que nada mudara. Quando acordou, já era tarde demais. Enquanto Zeca forma o exercito com descontentes, André terá que juntar aqueles contentes e beneficiados de alguma forma com sua administração. E a gente sabe que o poder, tanto eleva o prestígio como desgasta. Acusado de irregularidades pelo MPE, Zeca vai se beneficiando das decisões da Justiça. Vai inclusive pedir indenização contra as pessoas físicas de alguns promotores de justiça, que exageram na dose. O que fazer com o vice Murilo? A candidatura de Serra ajuda André ou atrapalha? Como o PSDB participará da coligação? Uma eventual saída de Nelsinho da prefeitura repercutirá bem ou negativamente? As férias devem fazer bem ao governador. Ele está precisando. É possível que entre os afagos dos netos, faça reflexões sobre o quadro sucessório. Se conseguir entregar de volta o Governo ao PT, jamais será perdoado! Governador não há que ser temido. Deve ser estimado e respeitado pela sua postura pessoal e conduta na vida pública. A decepção é proporcional a expectativa. Pelo que fez na capital, André sabe disso.
domingo, 29 de novembro de 2009
Caso Suzane Von Richthofen
Psicólogos e psiquiatras divergem sobre personalidade de Suzane von Richthofen
Parte dos especialistas acha que a ré tem problemas mentais.
Em outubro, juíza negou benefício do regime semiaberto à jovem.
Médicos, psicólogos e assistentes sociais tentam descobrir a seguinte resposta: Suzane Richthofen, a jovem que participou do assassinato dos pais, em 2002, é uma pessoa fingida, dissimulada? Ou está realmente arrependida do que fez? Para a Justiça, ela ainda não está recuperada e não deve sair da cadeia. Os especialistas têm opiniões divergentes.
O que pensa Suzane Richthofen, sete anos depois de ter participado da morte dos pais? Especialistas em desvendar a mente humana tiveram que encontrar uma resposta. Durante entrevistas com dois psiquiatras, dois psicólogos e uma assistente social, a jovem pediu uma segunda chance e disse que não vai voltar a aceitar propostas erradas. O psicólogo e professor de criminologia da USP Alvino Augusto de Sá foi designado pela Justiça para acompanhar os depoimentos. “Na entrevista, ela se mostra arrependida, que foi realmente uma grande desgraça que se abateu sobre a vida dela, sobre a vida dos pais dela”.
Exame
A ex-estudante de direito, que está presa na cadeia feminina de Tremembé, no interior de São Paulo, já cumpriu pouco mais de seis anos - um sexto da pena. Assim, teria direito ao regime semiaberto, no qual o preso sai da cadeia durante o dia para trabalhar e só volta à noite. Antes de tomar uma decisão, a Justiça exigiu o chamado exame criminológico, que incluiu, além de entrevistas com a jovem, uma série de testes psicológicos e psiquiátricos. “Há certas características de personalidade que não mudam, como, por exemplo, se a pessoa é agressiva, se a pessoa tem um conflito psicológico muito profundo de relação com os pais”, explica o psicólogo. Em Tremembé desde 2007, Suzane tem 26 anos, frequenta cultos evangélicos. Trabalha na oficina de costura da cadeia, pega livros com frequência na biblioteca e fuma cerca de 15 cigarros por dia. Os funcionários a consideram uma presa exemplar.
Uso de drogas
Aos psiquiatras, psicólogos e assistente social que acompanharam as entrevistas, Suzane contou ter usado drogas como maconha, cocaína, ecstasy e solventes, sendo incentivada, segundo ela, por Daniel Cravinhos, então namorado. A jovem também o culpou de ter planejado o crime. Ela disse que levava uma vida de princesa, tinha tudo o que queria, mas que, como os pais dela eram contra o namoro, Cravinhos a convenceu a participar do crime. Hoje, a jovem acha que já pode sair da cadeia, porque estaria recuperada, amadureceu e aprendeu o valor da família. A psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva, autora de livros sobre transtornos mentais, não concorda. “Uma menina universitária, inteligente e esperta conclui exatamente como deve agir e se portar para que possa receber os benefícios da lei”.
Opiniões divergentes
Uma pessoa que conhece bem a rotina de Suzane Richthofen afirma que ela é manipuladora. Disse ao Fantástico que a jovem escolhe duas presas para lhe dar proteção e que, em troca, oferece ajuda dos advogados dela. Quando essas companheiras conseguem, por exemplo, o benefício de deixar a cadeia, Suzane escolhe outras presas como protetoras. “Só mostra esse poder de articulação e de sedução. É totalmente condizente com a personalidade dela, sem surpresa nenhuma”, afirma a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva. Os psicólogos que examinaram Suzane avaliaram que os relacionamentos da jovem seriam precários, infantis, atendendo exclusivamente às suas demandas pessoais. Suzane também teria reações imprevisíveis e conduta dissimulada. Em outras palavras, um comportamento falso, fingido. E mais: os valores éticos e familiares dela, segundo os psicólogos, seriam produto de um discurso pronto, sem autenticidade. “Os psicólogos utilizaram as duas técnicas mais indicadas no caso. Foram avaliadas, com toda seriedade, e se tornou um exame imbatível pela sua qualidade, pela maneira como foi feita”, elogia Alvino Augusto de Sá. De acordo com o professor da USP, os psiquiatras que participaram do exame criminológico não tiveram a mesma opinião dos psicólogos. Os médicos concluíram que Suzane não sofre de doença mental e que, em liberdade, dificilmente cometeria outro crime.
Decisão
O resultado do exame psicológico serviu de base para a Justiça tomar uma decisão. Suzane, arrependida ou não, ainda deve ficar mais tempo na cadeia, longe do convívio social. Na decisão, de outubro deste ano, disponível na íntegra na internet, a juíza Sueli Armani cita as principais conclusões do exame, como a facilidade que Suzane tem de perder o controle emocional. A sentença afirma que a aparente fragilidade da jovem constitui flagrante dissimulação e que o bom comportamento na cadeia pode ser intencional, por conveniências próprias, visando à obtenção de benefícios. A juíza negou a concessão do regime semiaberto a Suzane Richthofen. Ou seja, ela vai continuar presa. A defesa da jovem já entrou com recurso na Justiça. O professor de criminologia da USP acredita que um dia a presa pode até ter uma vida normal, fora da cadeia. “Se ela tiver uma boa assistência terapêutica, acho que tem condições de um dia voltar mais consciente, mais segura, mais resistente à frustração”, aposta Sá. Se nenhum beneficio for concedido pela Justiça, Suzane Richthofen só deve vai sair da prisão em 2040.
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Sucessão Estadual
Que venha o Zeca", diz André, conformado
Posso estar meio abestalhado pelo fato de ter sido recebido em audiência pelo governador André Puccinelli (foto), esta semana, mas confesso que saí de seu gabinete, depois de uma longa prosa, fazendo uma leitura diferente da sucessão estadual. Primeiro porque quando todo mundo diz que o homem anda uma fera, chutando até a sombra, por causa dos desacertos com o PT, Puccinelli surpreendeu-me, muito mais pela disposição de falar de política e de seu governo do que pela franqueza que o faz sair do sério de vez em sempre. E foi essa disposição de falar de política, com o peito aberto e de forma tão descontraída que me fez vê-lo mais aliviado diante da "irreversibilidade" da candidatura de Zeca do PT. "Que venha o Zeca, pau nele de novo", disse, numa alusão à eleição que ganhou do petista por apenas 411 votos, lá atrás, para a prefeitura de Campo Grande.
O governador está convencido de que Zeca não tem mais como recuar, depois de tudo o que andou falando nos últimos dias. Mas confessou que até aqui trabalhava com um cenário diferente. Não que ele assim preferisse, mas o que lhe parecia mais racional: Egon Krakhecke candidato a governador, Zeca e Delcídio candidatos ao Senado. Egon seria, então, o tal candidato laranja? Laranja uma ova! André não disse isso, mas pode ter pensado algo semelhante. E este, talvez, mesmo que inconscientemente, pode ter sido o motivo de tanta inquietação de quem não dá um pio sem ler pesquisas de intenção de votos e as interpreta como ninguém. Imagine uma chapa puro-sangue petista como esta, abençoada por Lula da Silva! Sim, com Egon KKK, que nas eleições passadas, como candidato a senador, teve mais votos que Delcídio Amaral, o candidato a governador do partido. E, lembrando, Egon sendo de Dourados, cidade-polo de uma região que almeja tanto ter um governador, com dois candidatos pesos-pesado a senador.
Mesmo sendo este um assunto "resolvido", André dá mostras de que ainda tem muitas pedras para mexer no tabuleiro da sucessão estadual. Ontem, por exemplo, um take em sua propaganda de TV deve ter deixado muita gente com a pulga atrás da orelha: ele e Delcídio do Amaral em pose de campanha, de mãos dadas, entrelaçadas e levantadas, durante a inauguração de uma ponte, no Pantanal. Hoje, no Correio do Estado, o mesmo Delcídio embaralhando o jogo novamente, lançando dúvidas sobre a candidatura do companheiro Zeca do PT. Outra carta na manga seria a volta do filho pródigo Dagoberto Nogueira. Apesar de tudo o que tem dito por aí, há quem garanta que o pupilo de João Leite Schimidt não vê a hora de ser convocado para uma conversa de pé-de-orelha naquela mesma sala donde esta semana tirei tão estapafúrdias conclusões. (Walfrido Silva)
Posso estar meio abestalhado pelo fato de ter sido recebido em audiência pelo governador André Puccinelli (foto), esta semana, mas confesso que saí de seu gabinete, depois de uma longa prosa, fazendo uma leitura diferente da sucessão estadual. Primeiro porque quando todo mundo diz que o homem anda uma fera, chutando até a sombra, por causa dos desacertos com o PT, Puccinelli surpreendeu-me, muito mais pela disposição de falar de política e de seu governo do que pela franqueza que o faz sair do sério de vez em sempre. E foi essa disposição de falar de política, com o peito aberto e de forma tão descontraída que me fez vê-lo mais aliviado diante da "irreversibilidade" da candidatura de Zeca do PT. "Que venha o Zeca, pau nele de novo", disse, numa alusão à eleição que ganhou do petista por apenas 411 votos, lá atrás, para a prefeitura de Campo Grande.
O governador está convencido de que Zeca não tem mais como recuar, depois de tudo o que andou falando nos últimos dias. Mas confessou que até aqui trabalhava com um cenário diferente. Não que ele assim preferisse, mas o que lhe parecia mais racional: Egon Krakhecke candidato a governador, Zeca e Delcídio candidatos ao Senado. Egon seria, então, o tal candidato laranja? Laranja uma ova! André não disse isso, mas pode ter pensado algo semelhante. E este, talvez, mesmo que inconscientemente, pode ter sido o motivo de tanta inquietação de quem não dá um pio sem ler pesquisas de intenção de votos e as interpreta como ninguém. Imagine uma chapa puro-sangue petista como esta, abençoada por Lula da Silva! Sim, com Egon KKK, que nas eleições passadas, como candidato a senador, teve mais votos que Delcídio Amaral, o candidato a governador do partido. E, lembrando, Egon sendo de Dourados, cidade-polo de uma região que almeja tanto ter um governador, com dois candidatos pesos-pesado a senador.
Mesmo sendo este um assunto "resolvido", André dá mostras de que ainda tem muitas pedras para mexer no tabuleiro da sucessão estadual. Ontem, por exemplo, um take em sua propaganda de TV deve ter deixado muita gente com a pulga atrás da orelha: ele e Delcídio do Amaral em pose de campanha, de mãos dadas, entrelaçadas e levantadas, durante a inauguração de uma ponte, no Pantanal. Hoje, no Correio do Estado, o mesmo Delcídio embaralhando o jogo novamente, lançando dúvidas sobre a candidatura do companheiro Zeca do PT. Outra carta na manga seria a volta do filho pródigo Dagoberto Nogueira. Apesar de tudo o que tem dito por aí, há quem garanta que o pupilo de João Leite Schimidt não vê a hora de ser convocado para uma conversa de pé-de-orelha naquela mesma sala donde esta semana tirei tão estapafúrdias conclusões. (Walfrido Silva)
terça-feira, 24 de novembro de 2009
Aquecimento Global
2009 é um dos anos mais quentes da históriaÀs vésperas da reunião das Nações Unidas sobre o clima, que será realizada em Copenhague em dezembro, a Grã-Bretanha divulgou um relatório que afirma que 2009 já está entre os cinco anos mais quentes de toda a história. Segundo o documento, os recordes começaram a ser registrados há 150 anos.
O serviço de projeção meteorológica do país explicou que, embora o frio na Europa esteja sendo bastante significativo no final deste ano, a temperatura, no geral, foi superior à registrada em 2008.
Alguns especialistas mais céticos acreditam que a temperatura só começou a subir de verdade na última década, graças ao fenômeno La Niña, responsável pelo resfriamento das águas superficiais do Oceano Pacífico Equatorial Central e Oriental.
Indiferente aos fenômenos apontados como causa das mudanças climáticas destacados por outras pesquisas, o órgão britânico faz questão de ressaltar que 2009 já ocupa a quinta posição no ranking de anos mais quentes da história e ainda alerta para as previsões que dão conta de temperaturas ainda mais altas em 2010.
Natal em Guaíra
de R$37.480,00 para a Campanha de Natal da ACIAG
Em convênio celebrado entre a Prefeitura Municipal de Guaíra e ACIAG (Associação Comercial e Industrial de Guaíra) para a Campanha de Natal, lançou-se nesta quarta-feira (18) com a presença de várias autoridades, empresários e comerciantes.
Nos termos da lei Nº.8.666/93, suas alterações e lei municipal Nº.1.657/2009, resolução de transferências voluntárias Nº.03/2006 do TCE/PR e Decreto Municipal Nº.088/2007, a Administração Municipal fez repasse financeiro de R$37.480,00 à ACIAG, em colaboração com sua campanha de Natal deste ano.
Para o prefeito, Manoel Kuba, “este convênio certamente aumentará o movimento do comércio de nossa cidade e é neste momento que o poder público tem que dar sua parcela de contribuição”.
Com a força comprovada do comércio, empenho dos empresários e as premiações que serão distribuídas, com destaque para o veículo FIAT Siena 0km, a atração será direcionada não só para os habitantes de Guaíra, mas também para a micrroregião.
Em convênio celebrado entre a Prefeitura Municipal de Guaíra e ACIAG (Associação Comercial e Industrial de Guaíra) para a Campanha de Natal, lançou-se nesta quarta-feira (18) com a presença de várias autoridades, empresários e comerciantes.
Nos termos da lei Nº.8.666/93, suas alterações e lei municipal Nº.1.657/2009, resolução de transferências voluntárias Nº.03/2006 do TCE/PR e Decreto Municipal Nº.088/2007, a Administração Municipal fez repasse financeiro de R$37.480,00 à ACIAG, em colaboração com sua campanha de Natal deste ano.
Para o prefeito, Manoel Kuba, “este convênio certamente aumentará o movimento do comércio de nossa cidade e é neste momento que o poder público tem que dar sua parcela de contribuição”.
Com a força comprovada do comércio, empenho dos empresários e as premiações que serão distribuídas, com destaque para o veículo FIAT Siena 0km, a atração será direcionada não só para os habitantes de Guaíra, mas também para a micrroregião.
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